Nos dias 28 e 29 de abril, o município de Parintins (AM) sediou o Seminário Fortalece o SUS: Formação, Território e Rede, reunindo 137 participantes, entre agentes comunitários de saúde (ACS), agentes de combate às endemias (ACE) e outros profissionais da área. O número expressivo de participantes evidencia o alcance da iniciativa e seu potencial de incidência na qualificação das práticas de saúde nos territórios. Realizado no Centro Educacional de Tempo Integral Deputado Gláucio Gonçalves, no bairro São Vicente de Paula, o Seminário teve como eixo central a Educação Popular para o Bem Viver, destacando práticas formativas conectadas à realidade local e ao fortalecimento do trabalho em rede no SUS.
A participação do Serviço Amazônico de Ação, Reflexão e Educação Socioambiental (Sares) integrou a programação do evento, a partir da parceria com a Fiocruz Amazônia (ILMD), reforçando a importância da articulação entre instituições na promoção de processos formativos comprometidos com os territórios. Representando o Sares, a educadora social Mercy Soares conduziu uma atividade baseada na metodologia da educação popular para o Bem Viver, promovendo um diálogo dinâmico e participativo sobre a integração entre ACE e ACS.
A atividade destacou a importância do trabalho conjunto entre esses profissionais como estratégia para ampliar a efetividade das ações de saúde, fortalecer vínculos com as comunidades e promover práticas mais integradas e resolutivas no SUS.
A parceria entre Sares e Fiocruz Amazônia se consolida como um eixo estratégico para as formações, ao possibilitar a construção de metodologias que tornam a linguagem científica mais acessível, popular e enraizada nas realidades locais. Essa abordagem contribui para que o conhecimento técnico chegue de forma concreta às comunidades mais vulnerabilizadas, fortalecendo sua autonomia, consciência crítica e capacidade de cuidado com a saúde. “A parceria com o Sares é de muita importância para o Seminário Fortalece o SUS, por sua expertise na educação popular para o Bem Viver acumulada ao longo dos anos de sua existência”, destacou Rita Bacuri, do ILMD/Fiocruz Amazônia.




